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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

TRANSIÇÃO PLANETARIA.wmv

DNA E O UNIVERSO


O ADN E O UNIVERSO
(Carlos de Brito Imbassahy)

  O assunto da moda na mídia, dentro da área científica é a descoberta da existência do Acido Desoxirribo Nucléico (ADN ou DNA em inglês) que define a personalidade biológica de cada ser humano, assim como a impressão digital, por ser individual e distinta para cada pessoa, havendo, apenas, correspondência genética nos descendentes de nosso planeta. E, com isso, a tese evangélica-cristã da formação do homem perde toda guarida que lhe seja dada pelo dogma sagrado das Santas Escrituras.

  Pois, há a grande possibilidade de existirem criaturas de forma humana ou possuidores da mesma substância bio-química que a nossa, de encarnados na Terra. O que se descobriu é que, da poeira cósmica impregnada em meteoritos e outros objetos celestes que caem em nosso planeta foram encontrados não apenas vestígios mas porções reais desse ácido genético, sugerindo que ele tenha advindo do exterior, ou seja, do espaço cósmico externo à Terra já que se torna quase impossível de que o dito cujo ADN tenha impregnado estes corpos celestes na sua entrada em nossa atmosfera.

  Até então, a Bio-antropologia tinha descoberto que os seres dos mais primitivos na Terra teriam sido os plânctons a partir da ação de um "agente estruturador" capaz de reunir o carbono dissolvido na água e grupá-lo, dando-lhe vida biológica. Simultaneamente, foi encontrada uma jazida bloqueada de reserva aquática anterior aos plânctons descobertos onde existiam cianofíceas, sugerindo que as mesmas possam ter sido anteriores aos referidos plânctons, sem maiores explicações. Contudo, seja como for, o fato é que a vida terrena teve início em seres inferiores dos quais geraram os fitozoários e os zoófitos primitivos.

  Até aí, o ADN não teria tido nenhuma função, porque estas vidas biológicas primitivas não dependiam dele para existirem. A Terra ainda era um ambiente muito primitivo, constituída quase que exclusivamente de material ígneo comprimido pelas forças do Universo que fizeram com que a poeira cósmica envolvente criasse a nossa conhecida crosta terrestre que jamais existiria se tivéssemos sido inicialmente uma bola desprendida do Sol porque esta se esfriaria de dentro para fora.

  A Ciência, apesar de já ter chegado a resultados inteiramente contraditórios com as afirmativas evangélicas sobre Deus e a formação do mundo, os cristãos ainda continuam insistindo na criação divina, como se o Supremo Criador do Universo (para eles) tivesse tirado do nada o barro para fazer Adão e ainda a Terra, para ser o centro de sua obra. É a palavra de Deus (o da religião) contra a Ciência como, se, de fato, o Grande Agente Físico responsável pela existência do Universo viesse conversar conosco, como se fora semelhante a nós, tal como está na Bíblia. Kardec, mais prudente, define Deus como a "causa suprema" de todas as coisas o que permite tirar-se as mais diversas ilações, até de que Deus seja o Infinito.

  Mas, com as novas descobertas, novamente, volta à baila a formação do homem que, como tal, teria os elementos necessários para se transformar em "gente" a partir dos corpos orgânicos anteriores a ele na Terra. Sim: este ADN advindo do Universo em meteoritos e outros corpos celestes que têm entrado através do tempo em nossa atmosfera, sem dúvida terá dado condição aos aludidos agentes estruturadores de iniciarem a formação dos animais geneticamente definidos pelos ácidos nucléicos.

  Estes ácidos não poderiam se formar do nada, evidentemente, mas os evangélicos ignoram tudo isso para admitir que o seu Deus antropomórfico teria poderes supra normais para fazer o que bem entendesse sem dar satisfação às leis da perfeição universal. Afinal, o próprio Deus fazendo-nos à sua imagem e semelhança, não deve ser grande coisa, pois, basta ver a criatura humana cheia de defeitos e doenças para admitir que, se somos à imagem do Criador, este Criador deixa inteiramente que desejar.

  Agora, com as recentes descobertas, começam a surgir as novas teorias e hipóteses, como a de que os agentes estruturadores, a partir da existência do ADN no orbe terrestre este poderia elaborar, por transformação - o que justificaria plenamente a Teoria da Evolução das Espécies de Darwin - a vida existente no planeta, em forma humana. Daí, a termos o homo Neaterdalensis e o homo sapiens basta juntar às transformações evolutivas o ADN advindo do Espaço. Quanto à origem desse ADN procedente do Universo, já é outro assunto: sem dúvida advém de fonte que o possua.



O ADN E O UNIVERSO
Carlos de Brito Imbassahy
cbimbassahy@terra.com.br

 
Publicado pelo A ERA DO ESPÍRITO www.aeradoespirito.net